Informações importantes ao paciente

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O que é Hipnoterapia?

É um processo terapêutico em que o terapeuta profissional utiliza a hipnose como um meio de comunicação direto com a mente subconsciente do Paciente.
A hipnose é uma ferramenta séria que tem vindo a ser cada vez mais procurada no tratamento de transtornos emocionais e doenças psicossomáticas.
O estado de transe hipnótico, alcançado durante as sessões, faz com que o paciente consiga quebrar padrões limitadores e mudar algumas crenças conseguindo assim realizar modificações no seu comportamento.
É um processo completamente natural e seguro, podendo ser uma opção eficiente em diversas situações.

Aplicações e Benefícios

A Hipnose é indicada no tratamento da depressão, ansiedades, fobias, síndrome do pânico, stress pós-traumático, tiques, obesidade, tabagismo, dificuldade de aprendizagem, transtornos do sono, baixa autoestima, compulsões, tartamudez (gaguez) entre outros. Pode ser aplicada como apoio ao tratamento do cancro e da SIDA; nos processos dolorosos, principalmente nas dores crónicas; na cardiologia no controle da hipertensão e outras cardiopatias; na ginecologia, na obstetrícia e no parto sem dor, como um acompanhamento pré-natal; na preparação de pacientes com indicação cirúrgica, tanto no aspeto emocional como na potencialização da recuperação; na odontologia como apoio nos tratamentos de pessoas com fobias, traumas e como opção à anestesia.

Também auxilia as pessoas sadias que desejam mudar a sua maneira de agir para melhorar os seus desempenhos sociais, profissionais ou de relacionamentos; os candidatos submetidos a provas e concursos; atletas na melhora do seu desempenho em geral e muitas outras aplicações.

A sua utilização tem-se expandindo a um número cada vez maior de profissionais e de especialidades, onde os avanços nos conhecimentos aumentam a segurança e eficiência de sua aplicação, como forma terapêutica de apoio, dentro de uma filosofia moderna de tratamento multidisciplinar.

Contraindicações

Não é possível utilizar a hipnoterapia em casos de esquizofrenia e psicoses.

A eficácia da Hipnose

A Hipnoterapia é uma técnica eficaz que apresenta, normalmente, uma redução no tempo de tratamento:

  • Psicanálise, após 600 sessões (aprox. 11 anos e meio), apresenta 38% de recuperação;

  • Terapia Comportamental, após 22 sessões (aprox. 6 meses), apresenta 72% de recuperação;

  • HIPNOTERAPIA, após 6 sessões semanais (aprox. 1 mês e meio), apresenta 93% de recuperação.

Portanto, a Hipnoterapia para além de não apresentar quaisquer efeitos secundários, é uma terapia
eficaz 93% de recuperação;
Breve: Curta, necessita de 4 a 10  sessões dependendo do caso. – As sessões tem em média intervalo de 1 semana;

  • Completamente Natural;

  • Segura;

  • Financeiramente acessível: Devido ao reduzido número de sessões necessárias para a recuperação.

Para saber exatamente como funciona o processo de atendimento do início ao fim de uma sessão, partilhamos com você as várias etapas do processo.

1ª Etapa:

Entrevista
Na primeira sessão é feita uma pequena investigação do problema do paciente, ou seja o hipnoterapeuta tem que identificar as possíveis causas que levam ao desenvolvimento do problema ou dificuldade. Isso é feito a partir de uma entrevista em que será transmitido ao terapeuta todas as informações necessárias para o tratamento, para que este possa assim decidir qual o melhor caminho a seguir durante a terapia. A partir destas informações o terapeuta organiza toda a estrutura do tratamento e elabora a sessão, que será feita à medida para cada cliente.

Depois de estabelecida a relação inicial de confiança e segurança entre terapeuta e paciente e estabelecidos todos os objetivos terapêuticos, todas as dúvidas relativamente à hipnose são esclarecidas e o paciente poderá experimentar a maravilhosa sensação de entrar num transe hipnótico.

Algumas pessoas terão mais facilidade em entrar em transe e outras tem que aprender. Nesta etapa o hipnoterapeuta poderá fazer alguns testes ou exercícios com o objetivo de ensinar a mente do paciente a entrar mais facilmente no estado terapêutico de hipnose pretendido.

2ª Etapa:

Indução ao Relaxamento
Em sessão, o paciente coloca-se de forma confortável, fecha os olhos e passa por um relaxamento em que há uma sensação de paz, calma e tranquilidade. Baixa-se a frequência mental, fixando-se um nível, a que chamamos de sono terapêutico.

Este é um procedimento flexível, em que a história pessoal do paciente determina a forma como será personalizada a indução ao relaxamento.

Existem duas grandes vantagens no relaxamento: a primeira é que, ao relaxar, a pessoa pode ver e entender de uma forma cada vez mais clara os seus problemas; a segunda vantagem, é ser uma preparação para o estado mais profundo de transe.

3ª Etapa:

Aprofundamento
O processo de aprofundamento do relaxamento irá conduzir a um transe mais profundo onde é deixado de lado o filtro crítico da mente consciente. Uma vez que isto seja alcançado, existe a comunicação direta com a mente inconsciente, feita pelo hipnoterapeuta. Isto é importante, porque o aspecto principal da hipnose é exatamente conseguir com que a mente inconsciente aceite e concorde com as mudanças que serão propostas.

A mente fica mais tranquila e permite observar os assuntos em questão com uma nova e clara visão. Existem vários níveis de transe, e aqui a condução pode ser feita até o estado de analgesia e de anestesia se for o caso.

Este tempo em que o paciente permanece em sono terapêutico equivale a 8 horas de sono fisiológico, tal é a profundidade do relaxamento.

4ª Etapa:

Sugestões
Quando o paciente estiver em estado de transe, inicia-se a  terapia. Chegou a hora de trabalhar a questão que motivou a sessão. Novas ideias e “sugestões” combinadas antes de iniciar a hipnose, são dirigidas diretamente ao inconsciente com o objetivo de efetuar as mudanças pretendidas. Durante o transe hipnótico, o paciente ficará consciente e ouvirá tudo que for dito. As sessões podem ser gravadas.

Também será ensinada a auto hipnose para a prática e treino individual fora da consulta.

5ª Etapa:

Saída do transe
No final do trabalho, o paciente é tirado do estado de transe e volta ao seu estado normal. Qualquer sugestão utilizada para produzir o estado hipnótico será então removida.

Segue-se uma conversa final e a conclusão da sessão.

Quantas sessões são necessárias para um tratamento efetivo?


Os resultados são relativos e dependem sempre do paciente, mas normalmente os resultados são visíveis a partir da primeira sessão. Algumas pessoas podem necessitar de duas ou três sessões para obterem resultados mais evidentes. A média é de 4 a 10 atendimentos. Tudo varias do tipo de problema a ser tratado e quantas sub queixas esse problema proporciona.

Qual a duração das sessões?

Cada sessão tem aproximadamente a duração de 1h dependendo das técnicas utilizadas.

O ideal é que as sessões sejam realizadas uma vez por semana, pois a sessão anterior beneficia a continuação da próxima. Assim sendo, se o intervalo for maior, pode ser necessário um esforço maior para se obter o mesmo resultado.

Enfim, a hipnose oferece inúmeras aplicações que podem torná-lo(a) uma pessoa melhor em qualquer área da sua vida, seja nos seus relacionamentos, na sua saúde, no âmbito profissional ou intelectual.

Através da hipnose poderá ter fácil acesso aos seus recursos internos e com isso promover a sua melhoria, resolver os seus problemas e realizar as suas metas.

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Regulamentação da Hipnose

No Brasil não é necessário formação acadêmica para o uso da prática da hipnose pois não existe uma legislação sobre Hipnose. A mesma se enquadra na categoria holística e qualquer pessoa pode fazer uma formação e atuar na área. Assim como a Psicanálise que também é um curso Livre e não exige formação acadêmica para sua prática.

A Hipnoterapia não é uma Profissão Regulamentada no Brasil, o que quer dizer, entre outras coisas, que não existe nenhum Curso de Graduação Superior em Hipnoterapia autorizado ou mesmo reconhecido pelo MEC.

É fundamentado num dos princípios básicos do direito que diz “tudo é licito até que exista uma lei que proíba”, de tal forma que enquanto não existir uma normativa legal que torne a Graduação Superior uma exigência para “Ser Hipnoterapeuta”, entendemos que ter uma Graduação não é OBRIGATÓRIO, assim sendo, qualquer ação coerciva, punitiva, repressora ou discriminatória à Profissionais Hipnoterapeutas não-graduados, será uma afronta direta aos direitos constitucionais estabelecidos pela Lei Máxima da Nação, a Constituição Federal Brasileira que em seu Título II, artigo 5º, deixa claro o fato de que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei” e também que “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício (qualquer atividade de trabalho que requer técnica e habilidade específicas) ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”, incisos II e XIII respectivamente.

Sabemos que o Profissional Hipnoterapeuta deve ser dotado de boa educação, requinte, amplos conhecimentos gerais, elevados padrões de conduta ética e moral, além de sólidos conhecimentos da Teoria e Técnica Hipnoterapia, contudo, não é o fato de ter ou não um curso superior que tornará o candidato apto para ser um Hipnoterapeuta.

As regulamentações da hipnose no Brasil por organismos de classe respeitados como, Conselhos Federais de Medicina, Psicologia e Odontologia e Fisioterapia, melhor conceituam, esclarecem, fundamentam e recomendam o uso científico das técnicas hipnoterápicas como alternativas terapêuticas e coadjuvantes aos tratamentos convencionais.

REGULAMENTAÇÃO DA HIPNOSE EM PSICOLOGIA

RESOLUÇÃO CFP N° 013/00 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2000 Aprova e regulamenta o uso da Hipnose como recurso auxiliar de trabalho do Psicólogo.

O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais e regimentais, que lhe são conferidas pela Lei n° 5.766, de 20 de dezembro de 1971 e;

CONSIDERANDO o valor histórico da utilização da Hipnose como técnica de recurso auxiliar no trabalho do psicólogo e;

CONSIDERANDO as possibilidades técnicas do ponto de vista terapêutico como recurso coadjuvante e;

CONSIDERANDO o avanço da Hipnose, a exemplo da Escola Ericksoniana no campo psicológico, de aplicação prática e de valor científico e;

CONSIDERANDO que a Hipnose é reconhecida na área de saúde, como um recurso técnico capaz de contribuir nas resoluções de problemas físicos e psicológicos e;

CONSIDERANDO ser a Hipnose reconhecida pela Comunidade Científica Internacional e Nacional como campo de formação e prática de psicólogos, RESOLVE: Art. 1º — O uso da Hipnose inclui-se como recurso auxiliar de trabalho do psicólogo, quando se fizer necessário, dentro dos padrões éticos, garantidos a segurança e o bem estar da pessoa atendida; Art. 2º — O psicólogo poderá recorrer a Hipnose, dentro do seu campo de atuação, desde que possa comprovar capacitação adequada, de acordo com o disposto na alínea “a” do artigo 1º do Código de Ética Profissional do Psicólogo. Art. 3º — É vedado ao psicólogo a utilização da Hipnose como instrumento de mera demonstração futil ou de caráter sensacionalista ou que crie situações constrangedoras às pessoas que estão se submetendo ao processo hipnótico. Art. 6º — Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 7º — Revogam-se as disposições em contrário. Brasília (DF), 20 de dezembro de 2000. ANA MERCÊS BAHIA BOCK Conselheira-Presidente